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O fim do BNDES e o grande golpe do Brasil quebrado (Por  Mauro Santayana) ‹ Luíz Müller Blog ‹ Reader — WordPress.com

29 de setembro de 2017 Deixe um comentário

Fonte: O fim do BNDES e o grande golpe do Brasil quebrado (Por  Mauro Santayana) ‹ Luíz Müller Blog ‹ Reader — WordPress.com

Uma das principais pós-verdades vendidas para esse público, hoje já transformada em discurso e adotado como bandeira e muleta pelo atual governo e boa parte da mídia, é de que o Brasil estaria totalmente inviabilizado economicamente e, logo, necessitado de passar por um urgente programa de “reformas” – com venda de ativos públicos e privados para “sair do buraco”.

Ora, quebrados, ou quase isso, estávamos no último ano de governo do senhor Fernando Henrique Cardoso. Em 2002, depois de um nefasto e maior programa de “reformas” e de “privatizações” (na verdade, de desnacionalização) da economia brasileira em 500 anos, encerramos o ano com um PIB nominal e uma renda per capita em dólares, segundo o Banco Mundial, menor do que de oito anos antes, no final do governo Itamar Franco. E uma dívida com o FMI de US$ 40 bilhões.

Hoje o Brasil tem R$ 380 bilhões de dólares – mais de R$ 1 trilhão – em reservas internacionais e é ainda, com toda a crise, a nona economia do mundo. Entre as 10 principais economias do planeta, grupo em que nos incluímos depois de 2002, pelos menos sete países – Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França, Itália, Canadá – têm dívida pública maior do que a nossa.

O salário mínimo e a renda per capita são maiores, em dólares, agora, do que no final de 2002, e as dívidas bruta, externa e líquida são menores do que eram quando Fernando Henrique deixou o poder.

A razão pela qual o governo e o sistema de contrainformação fascista escondem da população o excelente nível de reservas internacionais é óbvia: a informação contradiz o mito de que os governos do PT quebraram o Brasil. E anularia a justificativa que usam para entregar o Brasil a toque de caixa e preço de banana podre aos estrangeiros (clique no link para ler a matéria completa)

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Em busca de outros mundos: da especulação à realidade – 10/09/2017 – Marcelo Gleiser – Colunistas – Folha de S.Paulo

14 de setembro de 2017 Deixe um comentário
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A misteriosa receita cósmica – 16/07/2017 – Marcelo Gleiser – Colunistas – Folha de S.Paulo

21 de agosto de 2017 Deixe um comentário

Fonte: A misteriosa receita cósmica – 16/07/2017 – Marcelo Gleiser – Colunistas – Folha de S.Paulo

Hoje, fechando essa trilogia inicial da Horizontes, exploramos a composição material do universo. Começamos discutindo a questão da expansão cósmicae, de lá, mergulhamos na questão da origem de todas as coisas. Sabendo que o universo teve sua origem 13.8 bilhões de anos atrás e vem expandindo e esfriando desde então, resta investigar do que é feito, a receita cósmica.

Para simplificar, divido a receita cósmica nos seus três ingredientes principais: a matéria “normal”, da qual somos feitos, a matéria escura, e a energia escura. (leia a matéria completa no link)

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RiseUP Portugal: O Neoliberalismo é um Fascismo

Fonte: RiseUP Portugal: O Neoliberalismo é um Fascismo

Eu afirmo, que o neoliberalismo é um fascismo porque a economia sujeitou os governos dos países democráticos, como também cada um dos fragmentos do nosso pensamento.

O Estado, está agora ao serviço da economia e da finança, que o tratam como um subordinado, explorando-o até ao ponto de por em risco a preservação do bem comum.

A austeridade tão desejada nos meios financeiros transformou-se num valor superior que substituiu a política. Sucede que “fazer poupanças” tornou-se uma maneira de evitar qualquer outro objectivo público. O principio da ortodoxia orçamental é de tal ordem, que quer mesmo que seja inscrito na Constituição dos Estados. A noção de serviço público é ridicularizada. O niilismo que agora decorre permitiu mesmo anular o universalismo e os valores humanos mais importantes: solidariedade, fraternidade, integração e o respeito de todos pelas diferenças. Até mesmo a economia clássica tem dificuldades em se realizar. O trabalho era antes um factor de procura e por isso os trabalhadores eram respeitados; a finança internacional fez do trabalho uma variável simples de ajustamento. (leia o artigo completo no link acima)

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‘Constituição é um remédio contra maiorias. Moro extrapolou seu poder’ | Brasil 24/7

Fonte: ‘Constituição é um remédio contra maiorias. Moro extrapolou seu poder’ | Brasil 24/7

“Sergio Moro extrapolou seu poder de juiz. Na democracia, juízes tem seu poder limitado. Pela lei e pela Constituição”, avalia o advogado Lenio Luiz Streck, membro catedrático da Academia Brasileira de Direito Constitucional, professor titular da Unisinos e Unesa; “Ele confessadamente divulgou conversas telefônicas obtidas ilicitamente, instituiu uma nova leitura no Código de Processo Penal com as conduções coercitivas – todas ilegais -, extrapolou o prazo de prisões preventivas, além da condução autoritária das audiências. Parece que, para ele e a força tarefa da Lava Jato, os fins justificam os meios”

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Suplicy pede que MP apure relação de Doria com consultorias no Programa de Metas — Rede Brasil Atual

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Os malditos do Estado Novo – PÚBLICO

Fonte: Os malditos do Estado Novo – PÚBLICO

REPORTAGEM

Os malditos do Estado Novo

Como é que o Estado Novo lidava com o mendigo, o vadio, o cadastrado, “a prostituta de escândalo público”, o homossexual e outras figuras que entendia como um perigo para a identidade nacional? Que modelo criou para os reprimir e regenerar?

23 de Abril de 2017, 7:00

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